Rejeição Social e Autoestima: compreendendo a dor de não se sentir aceito

A experiência de rejeição social pode gerar uma dor emocional intensa. 

Sentir-se ignorado, excluído ou criticado possivelmente abala a autoestima e pode fazer com que muitas pessoas questionem o próprio valor. 

Essa sensação pode surgir em diferentes contextos, como em relacionamentos amorosos, vínculos familiares, amizades ou no ambiente de trabalho.

Quando não elaborada, essa vivência pode causar sofrimento persistente, podendo levar ao isolamento, ansiedade e até sintomas depressivos. 



Por que a Rejeição pode ser tão Dolorosa?

Do ponto de vista psicológico, a rejeição pode ativar emoções ligadas ao medo de exclusão e à perda de pertencimento. Ser aceito é uma necessidade humana básica; quando isso não ocorre, é possível que o cérebro reaja com intensidade semelhante à dor física. Assim, lidar com a rejeição pode exigir autocompaixão, fortalecimento da autoestima e, em muitos casos, o acompanhamento de um profissional.

Possibilidades de Atuação na Psicoterapia

Psicóloga Maristela Vallim Botari CRP-SP 06-121677 

A Psicóloga Maristela realiza atendimento psicológico fundamentado em abordagem 

Desenvolvendo um atendimento que  pode envolver:

Compreensão emocional:
Exploração e identificação das emoções associadas às vivências relatadas, bem como análise das situações em que são desencadeadas, favorecendo maior consciência sobre os próprios estados afetivos.

Autoestima e crenças pessoais:
Investigação de pensamentos, crenças e padrões cognitivos que influenciam a percepção de si mesmo, considerando sua formação ao longo da história de vida do paciente.

Dinâmica das relações interpessoais:
Observação dos modos de interação, expectativas nas relações e formas de comunicação, a partir do relato e da experiência trazida em sessão.

O atendimento psicológico, seja na modalidade online ou presencial em São Paulo,  respeita a singularidade e o ritmo de cada pessoa.





 Conteúdo informativo desenvolvido pela Psicóloga Maristela Vallim Botari

CRP-SP 06-121677, sem a finalidade de substituir a consulta psicológica, nem esgotar o tema.

 Como a psicóloga pode ajudar nesse processo

Na psicoterapia, o trabalho é organizado de modo a possibilitar a identificação de padrões emocionais e comportamentais que se repetem ao longo da história do indivíduo, afetando relacionamentos, autoestima ou bem-estar emocional. Também envolve a análise das circunstâncias em que determinadas reações surgem, incluindo seus contextos e possíveis gatilhos.

São examinadas as formas de interpretação das situações e a maneira como a pessoa se percebe dentro de suas relações. Recursos psicológicos de enfrentamento podem ser explorados dentro do enquadre clínico, assim como questões relacionadas a posicionamento pessoal e clareza interna.

O processo é conduzido de maneira individualizada, considerando a singularidade de cada trajetória e o ritmo próprio de elaboração.

Atendimento em Terapia Cognitivo-Comportamental com Acolhimento Humanizado

Importante destacar que a psicoterapia não substitui cuidados médicos quando necessários, nem elimina completamente emoções difíceis — que fazem parte da experiência humana. Em vez disso, ela pode oferecer um momento estruturado para elaborar vivências, ampliar perspectivas e construir novas possibilidades de resposta diante das dificuldades.


 

 

Psicóloga SP Maristela Vallim Botari

CRP-SP 06-121677


Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) com Acolhimento Humanizado

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