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Quando procurar Psicólogos TCC?


Quando procurar Psicólogos?

A psicoterapia representa um espaço de investimento contínuo na saúde emocional, oferecendo ferramentas pragmáticas para navegar pelos desafios da vida. 

Terapia é Só Para Quem Está em Crise?

Existe uma ideia bastante comum de que a terapia é algo a ser procurado apenas em momentos de crise. Como se fosse um último recurso, quando a situação já está difícil demais para lidar sozinho.

Mas, na prática, nem sempre é assim.

Muitas pessoas chegam à psicoterapia não porque estão em uma crise evidente, mas porque percebem que algo não está bem — mesmo que não saibam exatamente o quê. Às vezes é um cansaço constante, uma irritação frequente, dificuldades nos relacionamentos ou uma sensação de estar “no automático”.

Outras vezes, a vida está aparentemente estável, mas existe um incômodo mais sutil: padrões que se repetem, decisões que se tornam difíceis, ou uma dificuldade em se escutar com clareza.

A terapia, nesses casos, não entra como resposta para um problema urgente, mas como um espaço de reflexão. Um lugar onde é possível olhar com mais atenção para a própria forma de sentir, pensar e se relacionar.

Também é comum que algumas pessoas procurem acompanhamento em momentos de transição — mudanças de trabalho, término de relacionamento, decisões importantes. Não necessariamente porque estão em sofrimento intenso, mas porque reconhecem que aquele momento pede um pouco mais de elaboração.

Por outro lado, é claro que a psicoterapia também pode ser fundamental em situações de crise. Quando há sofrimento intenso, ansiedade elevada, sintomas depressivos ou sensação de perda de controle, o acompanhamento psicológico pode ajudar a organizar o que está sendo vivido.

Ou seja, a terapia não se limita a um único momento da vida. Ela pode estar presente tanto em períodos mais difíceis quanto em fases de maior estabilidade.

No fim, a questão talvez não seja “estar em crise ou não”, mas perceber se existe algo que merece ser olhado com mais cuidado.

Se, em algum momento, fizer sentido para você, buscar uma psicóloga pode ser uma forma de iniciar esse processo — no seu tempo, e a partir do que você está vivendo agora.

Conteúdos Complementares


Autoestima não é como a bolsa de valores, que sobe e desce de acordo com pregão.

Trata-se de um processo, de uma construção, que pode desmoronar a qualquer momento, mas sua reconstrução requer esforço e mudanças na forma como o indivíduo se vê, dentro do contexto em que está inserido. 

Portanto, pode ser baixa, média ou alta, dependendo de como você está se sentindo.


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Braden (1995)  aponta que A autoestima é definida como aceitar-se e valorizar suas qualidades e características, viver autenticamente e tomar decisões conscientes sobre sua aparência, pensamentos, atitudes e comportamentos.

Brades sugere seis (6) práticas para fortalecer a autoestima:

  1. Viver conscientemente: Ter consciência do ambiente e de como ele nos afeta.
  2. Aceitação de si mesmo: Compreender que está fazendo o melhor que pode no momento presente, sem se lamentar pelo passado ou preocupar-se excessivamente com o futuro.
  3. Responsabilidade de si mesmo: Reconhecer-se como sujeito da própria história e ser responsável por suas escolhas e suas consequências.
  4. Autoafirmação: Respeitar seus desejos e potencialidades, buscando sempre o melhor dentro das limitações presentes.
  5. Viver com propósito: Realizar atividades que sejam produtivas e satisfatórias para si mesmo e/ou para o meio em que se vive.
  6. Integridade pessoal: Viver de acordo com os valores éticos e morais adquiridos ao longo da vida, contribuindo para uma sociedade mais harmoniosa.

O que é autoestima?

A autoestima é a avaliação subjetiva que uma pessoa faz de si mesma. Refere-se à percepção, crenças e sentimentos que alguém possui em relação ao seu próprio valor, competência e autoaceitação. A autoestima desempenha um papel crucial no bem-estar emocional, na saúde mental e nas interações sociais de uma pessoa.

Uma pessoa com autoestima elevada geralmente possui uma visão positiva de si mesma. Ela reconhece e valoriza suas qualidades, habilidades e conquistas, o que lhe proporciona confiança, motivação e resiliência para enfrentar desafios e lidar com as adversidades da vida. Uma alta autoestima também está relacionada a relacionamentos saudáveis, assertividade e maior satisfação geral.

Por outro lado, uma baixa autoestima pode ter efeitos negativos na vida de alguém. Pessoas com baixa autoestima tendem a se criticar e se julgar com severidade, sentindo-se inadequadas, desvalorizadas e inseguras. Isso pode levar a uma série de dificuldades, como ansiedade, depressão, dificuldade em estabelecer limites saudáveis, medo de rejeição e falta de confiança em si mesmas.

A construção e o fortalecimento da autoestima são processos contínuos que envolvem autoconhecimento, autocompaixão e autodesenvolvimento. Alguns passos que podem ser úteis para promover uma autoestima saudável incluem:

Autoconhecimento: Reconhecer e valorizar suas qualidades, pontos fortes, interesses e valores pessoais.

Autocuidado: Priorizar o autocuidado, tanto físico quanto emocional, buscando atividades que lhe tragam prazer e bem-estar.

Pensamento positivo: Desafiar e substituir pensamentos negativos autocríticos por pensamentos mais realistas e positivos.

Estabelecer metas realistas: Definir metas alcançáveis e trabalhar em direção a elas, celebrando o progresso ao longo do caminho.

Autoaceitação: Reconhecer que ninguém é perfeito e que todos têm falhas e imperfeições. Aceitar-se e amar-se incondicionalmente.

Relacionamentos saudáveis: Buscar relacionamentos positivos e apoiadores, afastando-se de pessoas tóxicas ou que diminuem sua autoestima.

Buscar ajuda profissional: Se necessário, considerar a possibilidade de procurar um psicólogo ou terapeuta que possa oferecer suporte e orientação específica para fortalecer a autoestima.

Lembrando que a autoestima não é fixa e pode variar ao longo do tempo. É um processo contínuo de autodescoberta, crescimento pessoal e autocompaixão.

Autoestima fake


O autor também destaca a existência da falsa autoestima, que é a ilusão de possuir características diferentes das reais como uma forma de lidar com a ansiedade. 

Pessoas podem apresentar uma boa aparência física, mas não se sentirem bem consigo mesmas ou adequadamente inseridas no meio social, enquanto outras podem ter uma aparência simples, mas possuir uma personalidade feliz e realizada.


Referências

Branden, Nathaniel. Los seis pilares de la autoestima. Paidós, 1995.

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Obrigada pela leitura. 

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